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• Quarta-feira, Março 23rd, 2011

Dedutível na mais-valia

De acordo com a revista Proteste, os custos inerentes ao certificado energético passam a ser aceites no cálculo das mais-valias resultantes da venda de imóveis, sendo dedutíveis no IRS.

A certificação energética é obrigatória desde Janeiro de 2009 para venda e arrendamento de imóveis.

No caso de arrendamentos, os Senhorios não podem deduzir este custo com encargo, por falta de enquadramento legal, segundo a portaria das Finanças.

Certificação Energética

 

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• Terça-feira, Março 22nd, 2011

O projecto de comportamento térmico descreve em pormenor o modo de construção da moradia, todos os aspectos relacionados com a climatização, o sistema de produção de águas quentes, ventilação, vãos envidraçados e todos os pormenores construtivos das paredes pavimentos e coberturas, contribuindo para que a moradia apresente uma boa eficiência energética.

Na elaboração do projecto foi cumprida a legislação em vigor, nomeadamente o RCCTE – Regulamento das Características de Comportamento térmico dos Edifícios – Decreto-Lei n.º 80/2006 de 4 de Abril e todos os índices e parâmetros térmicos utilizados, foram definidos de acordo com o RCCTE e a publicação do LNEC – Coeficientes de Transmissão Térmica de Elementos da Envolvente dos Edifícios (ITE 50).

Para a realização do estudo térmico da moradia é necessário definir primeiramente as envolventes, sendo que esta moradia possui envolvente exterior, que se define como o conjunto dos elementos que estabelecem a separação entre o espaço interior útil e o ambiente exterior, e envolvente interior, que se define como a fronteira de separação entre o espaço interior útil (espaços climatizados) e espaços interiores não úteis, não climatizados.

Necessidades Nominais de Aquecimento (Nic)

As necessidades nominais de energia útil de aquecimento é o parâmetro que exprime a quantidade de energia útil necessária para manter em inalterabilidade a moradia a uma temperatura interior de referência durante a estação de aquecimento.

O cálculo das necessidades nominais de aquecimento é feito através da expressão seguinte:

Necessidades nominais de aquecimento

Sendo:

Qt – Perdas de calor por condução através da envolvente da moradia;

Qv – Perdas de calor resultantes da renovação de ar;

Qgu – Ganhos de calor úteis, resultantes da renovação da iluminação, dos equipamentos, dos ocupantes e dos ganhos solares através dos envidraçados.

Ap – Área útil do pavimento.

A moradia, segundo o DL 80 /2006, “não pode, como resultado da sua morfologia, da qualidade térmica da sua envolvente e tendo em conta o aproveitamento dos ganhos solares e internos e de outras formas de energias renováveis, exceder um valor máximo admissível das necessidades nominais anuais de energia útil para aquecimento (Ni), fixado no artigo 15º e actualizável por portaria conjunta dos ministros responsáveis pelas áreas da economia, das obras públicas, do ambiente, do ordenamento do território e habitação.”

Assim é necessário obter o valor de Ni.

Necessidades anuais de energia útil para aquecimento (Ni)

O cálculo das necessidades anuais de energia útil para aquecimento de pende do valor do factor de forma (FF) e pode ser obtido pelas seguintes expressões:

Ni = 4,5 + 0,0395 GD para FF < 0,5 (KWh/m2 .ano)
Ni = 4,5 + (0,021 + 0,037 FF) GD para 0,5 < FF < 1 (KWh/m2 .ano)
Ni = [4,5 + (0,021 + 0,037 FF) GD] (1,2 – 0,2 FF) para 1 < FF < 1,5 (KWh/m2 .ano)
Ni = 4,05 + 0,06885 GD para FF > 1,5 (kWh/m².ano)

Para verificação do DL 80/2006 – RCCTE

Nic ≤  Ni

 

Necessidades Nominais de Arrefecimento (Nvc)

As necessidades nominais de energia útil de arrefecimento é o parâmetro que exprime a quantidade de energia útil necessária para manter em permanência a moradia a uma temperatura interior de referência durante a estação de arrefecimento.

O cálculo das necessidades nominais de arrefecimento é feito através da expressão seguinte:

Necessidades nominais de arrefecimento

Sendo:

Qg – ganhos totais brutos da moradia;

η – Factor de utilização dos ganhos (nº 4.4 do Anexo IV do DL 80/2006);

Ap – Área útil do pavimento.

A moradia, segundo o DL 80 /2006, “não pode, como resultado da sua morfologia, da qualidade térmica da sua envolvente e tendo em conta o aproveitamento dos ganhos solares e internos e de outras formas de energias renováveis, exceder um valor máximo admissível das necessidades nominais anuais de energia útil para arrefecimento (Nv), fixado no artigo 15.º e actualizável por portaria conjunta dos ministros responsáveis pelas áreas da economia, das obras públicas, do ambiente, do ordenamento do território e habitação.”

Assim é necessário obter o valor de Nv.

Necessidades anuais de energia útil para arrefecimento (Nv)

O cálculo das necessidades anuais de energia útil para arrefecimento depende da zona climática onde o imóvel  está localizado (Portugal Continental, diferenciado por zonas e regiões Autónomas dos Açores e Madeira.

Para verificação do DL 80/2006 – RCCTE

Nvc ≤  Nv

 

Necessidades de Energia para Preparação da Água Quente Sanitária (Nac)

As necessidades nominais de energia útil para produção de águas quentes sanitárias é o parâmetro que expressa a quantidade de energia útil necessária para aquecer o consumo médio anual de referência de águas quentes sanitárias a uma temperatura de 60°C.

O cálculo das necessidades nominais para preparação da água quente sanitária é feito através da expressão seguinte:

Necessidades de Energia para preparação de AQS

Sendo:

Qa – energia útil despendida com sistemas convencionais de AQS;

ηa – eficiência de conversão desses sistemas de preparação de AQS;

Esolar – Contribuição de sistemas de colectores solares para aquecimento de AQS;

Erenovavel – Contribuição de quaisquer outras formas de energias renováveis;

Ap – Área útil do pavimento.

 

A moradia, segundo o DL 80 /2006, “não pode, sob condições e padrões de utilização nominais, exceder um valor máximo admissível de necessidades nominais anuais de energia útil para produção de águas quentes sanitárias (Na), fixado no artigo 15º e actualizável por portaria conjunta dos ministros responsáveis pelas áreas da economia, das obras públicas, do ambiente, do ordenamento do território e habitação.”

Assim é necessário obter o valor de Na.

Necessidades anuais de energia útil para produção de águas quentes sanitárias (Na)

O cálculo das necessidades anuais de energia útil para produção de águas quentes sanitárias é dado pela seguinte equação:

Necessidades anuais de energia útil para produção de águas quentes sanitárias máximas

 

Para verificação do DL 80/2006 – RCCTE

Nac ≤  NaNecessidades Nominais de Energia Primária (Ntc)

As Necessidades nominais globais de energia primária (Ntc)  é o parâmetro que exprime a quantidade de energia primária correspondente à soma ponderada das necessidades nominais de aquecimento (Nic), de arrefecimento (Nvc) e de preparação de águas quentes sanitárias (Nac), tendo em consideração os sistemas adoptados ou, na ausência da sua definição, sistemas convencionais de referência, e os padrões correntes de utilização desses sistemas.

O cálculo das necessidades nominais de Energia Primária é feita através da expressão seguinte:

Necessidades nominais globais de energia primária

A moradia, segundo o DL 80 /2006, “não pode ter um valor de Ntc superior ao valor de Nt calculado com base nos valores de Ni , Nv e Na ….e em fontes de energia convencionais…..”.

Assim é necessário obter o valor de Nt.

Necessidades anuais de energia primária (Nt)

O cálculo das necessidades anuais de energia primária é dado pela seguinte equação:

Necessidades anuais de energia primária máximas

 

Folhas de cálculo necessárias a apresentar:

Folha FCIV. 1a – Perdas Associadas à Envolvente Exterior

Folha FCIV. 1b – Perdas Associadas à Envolvente Interior

Folha FCIV. 1c – Perdas Associadas aos Vãos Envidraçados Exteriores

Folha FCIV. 1d – Perdas Associadas à Renovação de Ar

Folha FCIV. 1e – Ganhos Úteis na Estação de Aquecimento (Inverno)

Folha FCIV. 1f – Valor Máximo das Necessidades de Aquecimento (Ni)

Folha FCIV. 2 – Cálculo do Indicador (Nic)

Folha FCV. 1a – Perdas

Folha FCV. 1b – Perdas Associadas a Coberturas e Envidraçados Exteriores

Folha FCV. 1c – Ganhos Solares pela Envolvente Opaca

Folha FCV. 1d – Ganhos Solares pelos Envidraçados Exteriores

Folha FCV. 1e – Ganhos Internos

Folha FCV. 1f – Ganhos Totais na Estação de Arrefecimento (Verão)

Folha FCV. 1g – Valor das Necessidades Nominais de Arrefecimento (Nvc)

 

Realizo todos os projectos de especialidade de Engenharia Civil.

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Author:
• Terça-feira, Março 15th, 2011

Realizo todos os projectos de especialidade de Engenharia Civil no distrito do Porto, distrito de Aveiro e outros distritos.

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Município de Vale de Cambra

Neste post apresento alguns dos projectos térmicos realizados no distrito de Aveiro, mais concretamente no concelho de Vale de Cambra.

Para visualizar os projectos térmicos realizados nos restantes concelhos do distrito de Aveiro consulte:

Projectos Térmicos no concelho de Arouca;

Projectos Térmicos no concelho de Oliveira de Azeméis;

Projectos Térmicos nos concelhos de Ovar, Santa Maria da Feira e São João da Madeira.

Os projectos térmicos realizados no concelho de Vale de Cambra.

Projectos de Comportamento Térmico – Vale de Cambra

Moradia Unifamiliar (T3) – Aguincheira – São Pedro de Castelões
Moradias Unifamiliares (T4) – Macinhata – São Pedro de Castelões (Lote nº 7, 8 e 9)
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Baralhas – Vila Chã
Moradia Unifamiliar (T3) – Cabrum – Arões
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Fontanheira Sul – Macieira de Cambra
Edifício de Serviços – Loteamento Industrial Lordelo/Codal (Lote nº 29)
Edifício de Serviços – Loteamento Industrial Lordelo/Codal (Lote nº 19)
Edifício de Serviços – Raposeira – Macieira de Cambra

Projecto Térmico

 

Precisa de Engenheiro para elaborar os projectos de especialidade de Engenharia Civil?

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Author:
• Segunda-feira, Março 14th, 2011
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Município de São João da Madeira

Os projectos de comportamento térmico são elaborados com base no Regulamento das Características de Comportamento Térmico de Edifícios (RCCTE) – Decreto-Lei nº.80/2006.

O projecto térmico é um dos projectos de especilalidade de Engenharia Civil necessários para entregar na Câmara.

 

 

 

Projectos Térmicos

 

 

Apresento uma tabela com os projectos Térmicos realizados nos concelhos de Santa Maria da Feira, São João da Madeira e Ovar, ainda poucos, mas também a experiência profissional vai-se aquirindo ao longo da vida, estamos sempre aprender.

 

 

Projectos de Comportamento Térmico – Santa Maria da Feira

Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Rua Amadeu Sá – Escapães

Projectos de Comportamento Térmico – São João da Madeira

Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Rua da Républica

Projectos de Comportamento Térmico – Ovar

Moradia Unifamiliar (T3) – Rua Cidade de João Pessoa – Furadouro

Elaboro todos os projectos de especialidade de Engenharia Civil.

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Município de Ovar

Para visulizar os projectos térmicos realizados nos restantes concelhos do distrito de Aveiro, consulte:

 

 

 

Author:
• Domingo, Março 13th, 2011

Tal como todos os Projectos de Especialidade de Engenharia Civil, o Projecto de Comportamento Térmico também é importante e necessário para o licenciamento.

Além da emissão da DCR na fase do projecto, depois do imóvel estar construído para o licenciamento é necessário a elaboração do certificado energético.

Apresento de seguida um quadro com os principais projectos térmicos realizados no Concelho de Oliveira de Azeméis.

 

Projectos de Comportamento Térmico – Oliveira de Azeméis

Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Lugar de Macieira – S. Martinho da Gândara
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Rua do Castanheira (Ouriçosa) – S. Tiago de Riba-Ul
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Avenida D. Manuel II – Palmaz
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Lugar do Teso – Cucujães
Moradia Unifamiliar (T3) – Rua Cimo da Vila – Nogueira do Cravo
Moradia Unifamiliar (T3) – Lugar de Sobradelo – Ossela
Moradia Unifamiliar (T4) – Rua do Cónego – Carregosa

Elaboro todos os projectos de especialidade de Engenharia Civil.

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Município de Oliveira de Azeméis

Projectos Térmicos

Author:
• Sábado, Março 12th, 2011

O Projecto Térmico de um edifício é um dos principais projectos de especialidade.

É através deste projecto que definimos as condições de conforto térmico do edifício.

Apresento de seguida um quadro com os principais projectos térmicos realizados no concelho de Arouca.

 

Projectos de Comportamento Térmico – Arouca

Moradia Unifamiliar (T3) – Lugar do Castro
Moradia Unifamiliar (T3 + Escritório) – Lugar de Gestosa – Escariz
Moradia Unifamiliar (T3+Escritório) – Lugar de Bacelo – Tropeço

Projectos Térmicos

Município de Arouca

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• Sexta-feira, Março 11th, 2011

O certificado energético é ainda composto, além do que há referi nos posts anteriores, por:

  • Descrição dos Sistemas de Climatização – Sistema de Aquecimento e Sistema de Arrefecimento. É necessário obter as especificações técnicas dos equipamentos instalados, tal como a potência e a eficiência. Caso o proprietário não possua esta informação o perito recorre à Nota Técnica NT-SCE-01, que é um “regulamento” que define por defeito os valores a utilizar consoante a idade do equipamento.
  • Descrição do Sistema de Produção de Águas Quentes Sanitárias (AQS). É necessário também obter as especificações técnicas do equipamento e tal como nos sistemas de climatização, caso não tenha essa informação recorre-se novamente à Nota Técnica NT-SCE-01.

Os restantes elementos que constituem o certificado energético encontram-se nos seguintes posts:

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Vale de Cambra;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Oliveira de Azeméis;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de São João da Madeira;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Santa Maria da Feira.

 

Apresento de seguida os processos de certificação energética realizados nos concelhos de Arouca e Ovar.

 

Certificação Energética – Arouca e Ovar

Rua Alfredo Vaz Pinto – Fracção B (T3) Alto da Estrada  (Alhavaite) – Fracção F (T2)
Ribeira (Tropeço) – Serviços Mansores – Moradia (T8)
Farrapa (Chave) – Serviços Aldeia (Tropeço) – Moradia (T2)
Lugar de Gestosa – Serviços
Rua das Campanhas nº109 e Rua Bartolomeu Dias nº136 – Fracção F (T2) Avenida Nunes da Silva, nºs 135/157 – Fracção P (T3)
Rua Alexandre Sá Pinto, Nº1-A – Fracção C (T2) Rua Família Regalado, nº 214  – Fracção C (T2)
Rua de Timor – Fracção Unifamiliar AG (T3) Rua Manuel Pereira Dias, Lote 6 – Moradia (T4)
Rua Corga do Norte nº 263 – Moradia (T3)

 

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Município de Arouca

Certificação Energética

Município de Ovar

Author:
• Quinta-feira, Março 10th, 2011

Para finalizar, o certificado energético termina com um parágrafo intitulado “Observações e Notas….”.

Neste parágrafo o perito qualificado tem a possibilidade de descrever todos os instrumentos que utilizou para elaborar o certificado energético, tais como documentos de apoio, folhas de cálculo, regulamentos, entre outros.

Esta descrição serve para demonstrar ao proprietário os elementos que perito utilizou para elaborar o respectivo certificado energético.

Para saber os restantes elementos que constam num certificado energético consulte os seguintes posts:

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Vale de Cambra;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Oliveira de Azeméis;

Certificação Energética de Edifícios – Concelhos de Arouca e Ovar;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de São João da Madeira.

Apresento de seguida uma tabela com os certificados energéticos realizados no concelho de Santa Maria da Feira.

Certificação Energética – Santa Maria da Feira

Rua Serzedelo e Rua Mar da Lúcia 120 e 138 – Moradia (T4) Rua de Santo Estêvão, Arrifana – Moradia (T3)
Rua Luís de Camões nº73 – Fracção G (T3) Quinta do Arieiro Lote 370 – Fracção B (Serviços)
Praceta do Merouço, nº245 – Fracção J (T3) Rua Dr. Domingos da Silva, Nº492 – Fracção Q e E (T2)
Rua Fonte da Piolha nº 57 – Fracção AI, AJ, AO, AP e AQ (T2) Rua do Seixal nº17 1ºESQ – Fracção G (T3)
Rua Dr. Domingos da Silva Coelho, Nº492 – Fracção E (T2) Rua Centro Desportivo nº76 – Moradia (T3)

 

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Município de Santa Maria da Feira

Certificação Energética

Author:
• Quarta-feira, Março 09th, 2011

No processo de certificação energética é elaborado três documentos principais que devem ser entregues ao requerente, estes são:

  • Certificado de Desempenho Energético e da Qualidade do Ar Interior;
  • Relatório de Peritagem;
  • Folha de Cálculo Regulamentar.

Apresento de seguida os certificados energéticos que apoiei na realização no distrito do Porto.

 

Certificação Energética – Distrito do Porto
Travessa Delfim Ferreira – Fracção A,C e E (T3) – Vila Nova Gaia
Avenida de Lagos nº 219 – Fracção K (T2) – Vila Nova de Gaia
Rua Alcino Araújo nº59 – Fracção G (T2) – Vila Nova de Gaia
Avenida 8 nº878 – Fracção A (Serviços) - Espinho
Rua Quinta do Monte Lírio, nº 36 – Fracção M e O (T2) – Espinho
Rua Ponte de Anta, Nº142 – Fracção R e Q (T2) – Espinho
Rua Camilo Castelo Branco – Fracção A, B, C, D e E (T3) – Vila Nova de Gaia
Rua João Batista Lavanha nº 33/35 – Fracção K (T3) – Porto
Rua  Aureliano de Lima nº 177 – Fracção A (T1) – Vila Nova de Gaia
Rua João Vieira – Fracção C (Serviços) – Gondomar
Rua Júlio Dinis, nº748 – Serviços – Porto
Rua de Santo Ildefonso, nº237 (T2) – Porto
Rua Prof. António Cruz nº 307 – Fracção C (T2) – Porto
Rua Rodolfo Araújo, 144 (T1) – Porto
Rua do Jardim, 1341 – Fracção I (T2) – Vila Nova de Gaia

Existem também outros certificados realizados no distrito de Aveiro, que podem visualizar no link.

Se precisa do certificado energético contacte, sem compromisso.

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Município do Porto

Certificação Energética

Author:
• Domingo, Março 06th, 2011

Como já referi noutro post, o certificado energético é obrigatório.

O certificado energético é composto, além do que já referi em outros posts por:

  • Descrição dos envidraçados, tipo de caixilharia, tipo de vidro, tipo de protecção, entre outros;
  • Descrição da ventilação do edifício ou fracção autónoma, podendo ser ventilação natural ou ventilação mecânica…….

O certificado energético é ainda composto por mais elementos que apresento nos seguintes posts:

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Vale de Cambra;

Certificação Energética de Edifícios – Concelhos de Arouca e Ovar;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de São João da Madeira;

Certificação Energética de Edifícios – Concelho de Santa Maria da Feira.

Apresento de seguida uma tabela com os processos de certificação realizados no concelho de Oliveira de Azeméis

 

Certificação Energética – Oliveira de Azeméis

Rua Ordem dos Beneditos nº251 (Cucujães) – Fracção C (T3) Lugar do Serrado nº778 (Loureiro) – Moradia (T3)
Rua da Cabine, Bloco B, 2º Centro Norte (Cesar) – Fracção C (T3) Rua de S. Bento – Urbanização do Teso, Lote 51 (Cucujães) – Fracção A (T3)
Lugar de Feirral, Nº653 (Cucujães) – Moradia (T3) Lugar de Figueiredo (Santiago de Riba-Ul) – Moradia (T3)
Rua Madalena Sotto, Lote nº 7 – Fracção E (T2) Rua de Samil, Nº865 (S. Roque) – Serviços
Urbanização de Cidacos, Lote nº 6 – Fracção K (T2) Rua do Grupo Folclórico de Cidacos, nº100 – Moradia (T3)
Lugar de Abelheira – Moradia (T3) Rua da Ribeira Nº839 (Macieira de Sarnes) – Moradia (T6)
Lugar do Sobral nº583 (Santiago de Riba-Ul) – Moradia (T3) Rua Manuel Alves Soares, Nº151 – Fracção X (Serviços)
Rua Alto dos Foguetes, nº 201 (S. Roque) – Moradia (T4) Rua Alto dos Foguetes, nº 203 (S. Roque) – Moradia (T4)
Rua Frei Simão Vasconcelos, Lote 1 – Fracção H (T3) Rua Alto da Ladeira nº420 (Pindelo) – Moradia (T3)

Se precisar do certificado energético, não hesite em contactar:

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Município de Oliveira de Azeméis

Certificação Energética

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