Ordens exigem título de mestre para licenciados pré-Bolonha

O Conselho Nacional das Ordens Profissionais (CNOP) exige o título de mestre para os alunos licenciados antes da entrada em vigor, em 2006, do processo de Bolonha e já pôs a circular uma petição online com o objectivo de levar o tema a discussão na Assembleia da República. (Fonte: Jornal Público)

Na minha opinião devia ser sim exigido o titulo de mestre, pois também é o meu caso e a minha licenciatura de 5 anos não tem comparação com a licenciatura de 3 anos que agora, após o processo de Bolonha existe.

O grau de mestre que eles agora obtêm com 5 anos de estudo, corresponde à nossa licenciatura antiga o que eu considero uma injustiça.

Vamos ter diferentes classificações tendo as mesmas capacidades.

Digam a vossa opinião e se concordarem (ou não) assinem a petição em:

http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=pet1

Parece que apetição sempre deu algum resultado. Segundo o jornal “Público” os licenciados Pré-Bolonha vão poder ter o grau de mestre. Será que sim, será que finalmente vai-se fazer justiça e distinguir os licenciados de 5 anos e os de 3 anos………. Espero que sim.

Para quem vai ingressar no ensino superior, encontra-se na capital e está com dificuldades em algumas disciplinas, sugiro um centro de  explicações ao ensino superior em Lisboa

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About Carla Alves

Carla Alves, Licenciada em Engenharia Civil pela Universidade da Beira Interior. Engenheira Civil Efectiva da Ordem dos Engenheiros. Faço projectos de especialidade de Engenharia Civil com freelancer e estou à procura de um emprego em Engenharia Civil.
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5 Responses to Ordens exigem título de mestre para licenciados pré-Bolonha

  1. Rui says:

    Uma grande lacuna numa licenciatura de 5 anos: escrever “axo” em vez de “acho”. Não vejo o que é que a sua “licenciatura de 5 anos” acrescenta em relação às de 3. Língua Portuguesa não é de certeza!

  2. Carla Alves says:

    Olá!
    Muito obrigado pelo reparo.
    Vou fazer a respectiva correcção e agradecia se encontrar mais alguma “grande lacuna” que me informasse, se não for muito incómodo.
    Pelo seu comentário, deve ter tirado uma licenciatura de 3 anos, ou não, logo será impossível ver “o que uma licenciatura de 5 anos acrescenta em relação às de 3”. Numa coisa concordo consigo, Língua Portuguesa não é, mas como deve saber o Curso de Engenharia Civil é muito mais números do que letras.
    Não vou dizer nem explicar as diferenças entre licenciaturas de 3 anos e de 5 anos.
    Essas diferenças são bem visíveis e só não vê quem não quer ……..
    Cumprimentos

  3. José says:

    Parabéns ao Rui por responder e apenas se preocupar com o lateral e não com o cerne a questão. O talvez não saiba o que é 3 em vez de 5 não lhe pode ser explicado porque pura e simplesmente NÃO CONHECE. Mas eu esclareço-o: e ser licenciado (5 anos) e mestre (+2)? Opina lá Rui se tiveres coragem e depois explico-te o que não perceberes. Até bréve (o erro é propositado).

  4. Nalini says:

    Com 3 ou com 5 anos, as pessoas continuam não saber falar português! Agradecia SE não, agradecia QUE…e, claro, depois o verbo é no modo conjuntivo (modo cada vez mais desconhecido!) Se não dominamos a n/língua mãe para quê falar de anos? Para que falar de AO? Por outro lado, quando é uma pessoa do sexo feminino a agradecer, diz OBRIGADA e não obrigado!
    No meu tempo, para além da licenciatura de 5 anos, para se fazer o mestrado tínhamos DOIS anos de curso com três trabalhos de investigação por semestre. Depois desses dois anos, um ano para fazer a TESE ! Agora é tudo “integrado”. Já entram com o projecto (sim com C) da tese…
    In illo tempore também, quem não soubesse Português acabava por levar um “chumbo” noutras cadeiras, porque quem não se explica bem, não pode fazer um projecto, com números ou sem números!
    Os meus alunos de Direito, quando chegou essa “coisa” à bolonhesa comentavam: “nós não ficamos preparados nem com 5 anos, imagine-se com 3!
    Lá por isso, também se podem fazer cursos aos domingos e por fax!

  5. jon says:

    Muito Bom post.

    Realmente, este flagelo agrava em muito a situação do pessoal…

    Na esperança de poder ajudar,

    deixo alguma informação adicional sobre trabalho temporário… não é solução, mas pode contribuir para um começo diferente… As pessoas não podem é desanimar! Força aí!

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